Sobre

Loretta de Groot Oliveira é uma Artista Canadense, radicada no Brasil desde 1998. Atualmente reside em Valinhos, interior de São Paulo, aonde dedica-se a interpretar a colorida vida selvagem em seu habitat através de suas pinturas em materiais ecológicos. A artista plástica recebeu seu bacharelado em “Science of Biomedical Communications” (B.Sc.BMC) pela universidade de Toronto, no Canada, em 1994, onde cursou também aprendizagem para ilustrações médicas. Cursou o “Sheridan College of Applied Arts”, em Brampton, Ontario, Canada em 1991 onde estudou ilustrações técnicas e fez aulas de escultura corporal. Recebeu os seguintes prêmios: - 1994 – Ophthalmological Award for Surgical Illustration. - 1994 – Keith L. Moore Award for Anatomical Illustration, University of Toronto. - 1993 – Canadian Society of Plastic Surgeons Scholarship on Superficial Muscular Aponerosis System. Foi parte atuante como anaplastologista no hospital do Centro de Câncer Sunnybrook em Toronto, de 1994 a 1998 onde são feitas próteses faciais e como freelancer em ilustrações médicas. A Anaplastologia é a arte e a ciência que restaura estruturas corporais ausentes ou mal formadas utilizando meios artificiais. Ela nos permite confeccionar próteses com a mais alta tecnologia para pacientes portadores das mais variadas deformidades. Hoje é Co-Diretora, Anaplastologista e Ilustradora Médica na Clínica De Groot Oliveira, em Campinas, SP.

Depois de mudar-se para o Brasil em 1998, sua carreira mudou de direção. Ao conhecer a imensa e diversificada fauna e flora brasileira, começou a pintar animais e plantas em seu habitat natural. A diferença é que Loretta começou a pintá-los em telas e em matérias ecológicos preparados, como em folhas de palmeira imperial. Como são naturais, consequentemente tem ondulações, tamanhos e cores que os tornam únicos como só a mãe natureza sabe fazê-los. Loretta se encantou com as belezas do nosso país, tão pouco conhecida tanto pelos brasileiros, bem como no exterior. Sua técnica (inédita e ainda em fase de pesquisa e aprimoramento pela artista) usa uma combinação de tintas látex e tintas óleo. Sua “tela natural” ou seja, as folhas (ou palmas) do coqueiro imperial, chegam ate 3,50m. Não há, portanto, uma obra que seja exatamente igual à outra. Loretta prefere trabalhar nas maiores por darem mais impacto visual. A diferença na cor, luz e no movimento, são elementos vitais em suas pinturas. Ela observa cada uma das folhas durante um bom tempo até que visualize o que a natureza lhe inspira: se um animal, uma paisagem ou simplesmente uma flor. Em suas próprias palavras:.

Há muitos pequenos caminhos nos quais é possível santificar o lugar comum. Eu amo esta terra que me acolheu com tanto carinho